Na pressa por obter bons resultados logo ao entrar na academia, há clientes que recorrem ao uso de suplementos nutricionais.
Segundo Organização Mundial da Saúde sobre sedentarismo no Brasil são alarmantes: 47% da população não pratica o mínimo de atividade física recomendada.
Esse dado alarmante é bem vindo para todo o segmento do Fitness, que passa a ter uma grande parcela da população para ser “atacada” para convencer a entrar para as academias.
E o principal apelo de convencimento ainda disparado é o estético.
Com a pressa em se obter resultados físicos, os clientes procuram maneiras de conseguirem o tal sonhado porte físico o mais rápido possível. Uma dessas, é a uso de suplementos nutricionais.
Suplementos são compostos que complementam a alimentação oferecendo ao corpo proteínas, aminoácidos, carboidratos e vitaminas. E seria interessante que fosse utilizados com orientação de um nutricionista. Mas infelizmente, o que vemos é o uso indiscriminado desses produtos, principalmente utilizados por jovens que saem desfilando pelas academias com suas “coqueteleiras” coloridas. Valendo lembrar que a grande maioria desses jovens que usam suplementos, não existe indicação. O uso desses produtos só se fazem necessários se o nível do praticante for alto.
Já os Esteroides anabólicos são substâncias sintéticas que imitam o hormônio que promove a força muscular, a testosterona. E só deve ser utilizado com prescrição e acompanhamento médico.
A diferença entre suplementos alimentares e anabolizantes é que os suplementos complementam a alimentação em algum ponto. Já os esteroides anabólicos são medicamentos. Os esteróides anabólicos não são nutrientes, são agentes específicos hormonais.
Com o uso de anabolizantes, os resultados são mais rápidos e mais perigosos para a saúde, podendo tornar seu usuário estéril ou levá-lo à morte.
O ideal é adquirir um hábito de vida saudável, exercitando-se regularmente e com uma alimentação o mais saudável possível.

DEMÓSTENES RIBEIRO é professor de Educação Física formado pela Universidade Federal do Piauí (UFPI), com pós-graduação em Gerontologia (UFPI), pós-graduação em Treinamento Desportivo e Fisiologia pela Faculdade Gama Filho (RJ), pós-graduação em Aspectos da Medicina Esportiva pela Unopar (PR). Com mais de 33 anos de experiência, Demóstenes é um dos profissionais com mais experiência na área.




