
A Secretaria da Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA) deflagrou a Operação São João Seguro. A força-tarefa integrada é voltada à fiscalização e ao combate à produção clandestina, armazenamento irregular e comercialização ilegal de fogos de artifício em São Luís e demais municípios maranhenses.
A operação reforça as ações preventivas e repressivas do Sistema de Segurança Pública do Maranhão durante o período junino, com foco na preservação de vidas, prevenção de acidentes e garantia de maior segurança para comerciantes, trabalhadores e a população em geral.
As equipes atuam na fiscalização de depósitos, fábricas clandestinas, barracas e pontos de venda de materiais explosivos, verificando regularidade de funcionamento, condições de armazenamento, licenciamento e cumprimento das normas de segurança. Neste primeiro dia de operação, as equipes realizaram fiscalizações em estabelecimentos localizados no Centro e no bairro João Paulo, em São Luís, considerados áreas estratégicas de comercialização de fogos de artifício durante o período junino.
A secretária de Estado da Segurança Pública, coronel Augusta Andrade, destaca que a operação reforça o compromisso do Governo do Maranhão com a proteção da população durante os festejos juninos.
“Nosso foco é proteger vidas, prevenir acidentes e impedir que práticas clandestinas coloquem em risco trabalhadores e a população. Estamos atuando de forma integrada para garantir um São João mais seguro para todos”, afirma.
O delegado-geral da Polícia Civil do Maranhão, Augusto Barros, ressalta que a operação também busca combater atividades ilegais relacionadas à fabricação e comercialização irregular de explosivos. “A atuação integrada fortalece o trabalho de fiscalização e responsabilização daqueles que insistem em descumprir as normas de segurança. O objetivo é prevenir ocorrências graves e assegurar que a comercialização desses produtos aconteça dentro da legalidade”, pontua.
O coordenador da operação, delegado Adriano Ferreira, explica que a ação acontece de forma integrada, envolvendo Corpo de Bombeiros, polícias Civil e Militar, Procon, Exército Brasileiro e órgãos de vigilância sanitária. “Vamos verificar se os estabelecimentos possuem registro junto ao Exército, autorizações da Prefeitura e do Corpo de Bombeiros, além de fiscalizar se o armazenamento segue a legislação específica”, destaca.




