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Home SAÚDE

Piauí ocupa 4° lugar no Brasil em detecção da hanseníase

por editor
30 de março de 2023
em SAÚDE
Centro de Inteligência de Agravos Tropicais Emergentes e Negligenciados (Ciaten) promoveu Workshop para discutir o risco da doença no estado.
Participantes do Workshop realizado em Teresina (Foto: Divulgação)

O Centro de Inteligência de Agravos Tropicais Emergentes e Negligenciados (Ciaten), em parceria com o Instituto de Doenças do Sertão (IDS) e o NHR Brasil, realizou o Workshop de Análise de Risco da Hanseníase no Piauí, na quarta-feira (29). O evento, que aconteceu no Gran Hotel Arrey, em Teresina, teve como público-alvo gestores, profissionais de saúde da APS e referências em hanseníase, movimento social (Morhan), docentes e conselheiros de saúde.

O objetivo foi promover a divulgação e o debate sobre os resultados das ações e perspectivas futuras da rede de vigilância da hanseníase no Piauí e realizar análise de risco de doença.

Segundo a professora Lilian Catenacci, que atuou como moderadora no Workshop, foi um dia muito importante para a investigação da hanseníase no estado. “Reunimos 32 colaboradores de 19 instituições diferentes, que estão envolvidas na prevenção, controle e monitoramento da hanseníase no Piauí. Foi um privilégio poder estar perto dessas pessoas que são tão envolvidas no controle desse agravo negligenciado”.

O professor Bruno Alcoforado Guedes destaca que a intenção é levar as pesquisas desenvolvidas no Ciaten para além do Centro e da Universidade, possibilitando que os gestores tomem melhores decisões baseadas em eventos científicos.

“Nesse processo, nós temos cursos, treinamentos, capacitação e interação interinstitucional. O momento proporcionou uma interação entre várias instituições para a construção de um plano de ação que possibilite o aprimoramento do controle da hanseníase no Piauí. Essa interação é uma das formas que o Ciaten tem adotado para a discussão do tema e do controle desse agravo”, afirma.

O médico Carlos Henrique Nery Costa avalia que o evento foi um instrumento maravilhoso para se ampliar a detecção e o tratamento da doença. “Tivemos a participação de muitos profissionais que lidam com o problema da hanseníase, a Secretaria de Saúde se fez presente maciçamente, o município, o Ciaten e várias instituições. Essa organização será um marco no diagnóstico da hanseníase, afinal o Brasil tem um dos piores indicadores do mundo, e o Piauí tem muitos casos ocultos. No estado, o índice de detecção só não é maior, porque os casos não são examinados devidamente. Infelizmente, essa é a nossa realidade. Então, o evento vai contribuir para que novos casos sejam diagnosticados e as pessoas devidamente tratadas”.

A pesquisadora Olívia Dias explica que a hanseníase representa um grave problema de saúde pública, que preocupa, primeiramente, por ser uma doença negligenciada. “O nosso país ocupa o segundo lugar do mundo em detecção, e o Piauí o quarto lugar do Brasil. É uma doença que possui uma importância para além da questão epidemiológica. É também uma questão social, pois mostra a vulnerabilidade dessas populações, sendo, portanto, um problema grave de saúde pública, negligenciado, que existe há anos e que a gente não consegue enfrentá-lo da forma que deveríamos para solucionarmos. Falta prioridade política nas pesquisas, nos financiamentos, nos projetos. É um problema que envolve uma série de questões, que persiste por conta da alta detecção e é a doença infecciosa que mais incapacita no mundo”, detalha.

De acordo com a pesquisadora, com o intuito de controlar a doença, a OMS está realizando a Estratégia Global de Hanseníase 2021-2030 “Rumo a zero hanseníase”. Ela destaca as medidas que poderiam ser adotadas no enfrentamento ao problema.

“Primeiro, tem que ser uma prioridade política, porque envolve as gestões em todos os níveis, federal, estadual e municipal. É preciso que seja priorizado como um problema importante de saúde pública e a partir disso trabalhar junto com a rede de atenção primária em saúde, que é onde são feitos os diagnósticos e a maior parte do tratamento. É necessário também fortalecer essa rede nos outros níveis de atenção, secundário e terciário, trabalhar a prevenção, a promoção da saúde nos diversos espaços comunitários, fortalecer a participação dos movimentos sociais das pessoas acometidas em todo esse processo de construção da rede de atenção à saúde e incluir nessa rede também o serviço social, as questões de melhoria habitacional. Então, é um problema extremamente complexo e que não possui somente uma via de resolução, requer parcerias interinstitucionais”, diz.

O evento contou com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi), da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e da Secretaria de Saúde do Piauí (Sesapi).

 

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