
O combate ao crime organizado – independente das suas facetas – deve ser uma política permanente de estado. Enfrentar criminosos que escravizam a população não deve motivo de disputa entre esquerda e direita. É uma tarefa de todos.
As ações devem ser planejadas e executadas com êxito. Esse sucesso não será medido pelo número de mortes, mas sim pela expulsão definitiva de criminosos dessa ou daquela região.
De nada adianta uma operação terminar com dezenas de mortes se no dia seguinte o território ocupado pelos policiais esteja novamente sob o poder dos criminosos, que no cotidiano exploram, matam, torturam e aterrorizam a população.
O combate ao crime deve ser cotidiano e eficaz. Que jamais sejam ações pontuais, eleitoreiras e com o carimbo de direita ou esquerda.
As operações executadas nas favelas pelas forças de segurança precisam chegar aos condomínios de luxo e às empresas usadas como fachada pelo crime.
Pra encerrar: como um policial com 40 dias na corporação é enviado para uma operação tão complexa?




