
Dois assuntos repercutiram no país durante esta semana. Um deles, é ligado ao esporte. O outro, envolve política internacional.
Dias após a estrondosa convocação de Neymar Jr., do Santos, para a Seleção Brasileira, foi confirmado que o atleta tem uma lesão grau 2 na panturrilha direita.
Um jogador que pouco entrava em campo pelo seu time, por não apresentar boas condições físicas, foi convocado para a Copa do Mundo 2026.
O médico da Seleção, Rodrigo Lasmar, garante que em duas ou três semanas o atleta terá condições de jogar. Quais condições?
O técnico Carlo Ancelotti decidiu, em primeiro momento, manter o “menino” Ney no grupo.
O outro assunto: Estados Unidos reconheceram o PCC e o Comando Vermelho, duas facções violentas do Brasil, como grupos terroristas.
PCC e CV são grupos criminosos perigosos. Matam da forma mais cruel. Destroem famílias. São terroristas também? Especialistas em segurança pública discordam.
O que pretende o presidente dos EUA, Donald Trump, com essa decisão? Mostrar força na América Latina. É mais uma medida política do que uma ação para combater o crime.
É uma estratégia dos EUA para fortalecer no Brasil o seu aliado, o pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro.
Flávio, que foi até a Casa Branca pedir a classificação do PCC e CV como grupos terroristas, tem forte ligação com milicianos – tão violentos quanto as facções – e está cercado de denúncias graves de corrupção.




