
O escritor, historiador e professor universitário Antônio Fonseca dos Santos Neto foi eleito presidente da Academia Piauiense de Letras (APL) no sábado (13). Ele vai dirigir a Casa no biênio 2026–2028. A eleição teve chapa única e contou com a participação de 25 acadêmicos, que votaram em Fonseca Neto.
A direção da APL conta ainda com José Elmar de Melo Carvalho, vice-presidente; Marcelino Leal Barroso de Carvalho, secretário-geral; Maria do Socorro Rios Magalhães, primeira secretária; Carlos Evandro Martins Eulálio, segundo secretário; e Reginaldo Miranda da Silva, tesoureiro.
Em pronunciamento após a proclamação do resultado, Fonseca Neto destacou que a Academia se sustenta sobre uma tradição de diálogo, coesão e responsabilidade institucional. Segundo ele, a condução administrativa da Casa deve preservar o caráter coletivo que historicamente orienta suas decisões e assegurar a continuidade de sua missão cultural e intelectual. O novo presidente ressaltou, ainda, que a diretoria eleita assume o compromisso de fortalecer a presença institucional da APL, preservar sua memória e ampliar o alcance de suas ações no campo das letras e da cultura.
Ao se despedir da presidência, a acadêmica e professora Fides Angélica apresentou um balanço de sua gestão, destacando os avanços institucionais alcançados ao longo do mandato. Em sua avaliação, o período foi marcado pelo fortalecimento da vida acadêmica, pela ampliação das atividades culturais abertas ao público, pelo zelo com o patrimônio material e simbólico da Casa e pela valorização do papel da Academia no debate intelectual piauiense. Para a professora, a gestão buscou consolidar a APL como um espaço de diálogo, preservação da memória literária e estímulo à produção intelectual, em permanente sintonia com a sociedade.
A presidente que conclui o mandato também ressaltou que os resultados obtidos foram fruto do trabalho coletivo dos acadêmicos e da observância rigorosa ao regimento da instituição, reafirmando a importância da alternância administrativa como elemento essencial à vitalidade democrática da Academia.




