Foi montado um comitê para trabalhar na busca de soluções para a reforma do espaço, localizado no Centro da cidade.
A nova gestora da Casa da Cultura de Teresina foi empossada hoje (5). Trata-se de Marilene Evangelista, que além de fazer parte do quadro de funcionários efetivos da Fundação Cultural Monsenhor Chaves, contribuiu com a construção do acervo bibliográfico e artístico do espaço cultural.
A Casa da Cultura proporciona a estudantes, pesquisadores, turistas e a comunidade em geral a oportunidade de ampliar seus conhecimentos, através de visitas a seu acervo museológico, de consulta às fontes de pesquisas bibliográficas, da formação cultural e do lazer por meio de cursos, oficinas de artes e outras atividades culturais.
A nova gestora afirmou que, por ser funcionária da casa, já conhece de perto a realidade do local e que pretende fazer uma gestão acessível ouvindo a população e artistas que utilizam a Casa da Cultura.
“Recebo com muita alegria esse novo desafio, pois não é sempre que um efetivo consegue tal indicação. Aqui temos problemas antigos e com toda certeza iremos trabalhar para que os mesmos sejam resolvidos a fim de mantermos viva a história desta edificação que já faz parte do cenário cultural da nossa capital”, disse Marilene Evangelista.
Nesta semana foi realizada uma reunião para tratar sobre as melhorias a serem realizadas no espaço, segundo Scheyvan Lima, Presidente da Fundação Cultural Monsenhor Chaves, foi montado um comitê que irá participar do processo para a busca de soluções para a reforma da Casa da Cultura.
“Demos posse a nova gestora e agora, juntos com os funcionários e colaboradores, vamos iniciar o processo de discursão para a tão sonhada reforma, obra que há anos é aguardada pela classe artística da capital”, afirmou Scheyvan Lima, enfatizando ainda, que esse é um processo delicado, pois além de ser um prédio histórico, o mesmo é um espaço alugado, que depende da autorização do proprietário para tal reforma.
A Casa da Cultura de Teresina, inaugurada em 1994, ocupa uma edificação construída entre 1870 e 1880. Segundo historiadores, além de residência, a casa serviu também como quartel e enfermaria. Entre 1906 e 1911, o Monsenhor Joaquim d’Almeida instalou um seminário no prédio e, em 1913, os herdeiros do Barão venderam o prédio para a Diocese de Teresina.
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