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Brasil quebra todos recordes de medalhas em Jogos Paralímpicos

Antes, o maior número de medalhas era 72 ouros, pratas e bronzes nas Paralimpíadas de Tóquio e do Rio

por editor
7 de setembro de 2024
em DESTAQUE, REDAÇÃO
Mariana D’Andrea beija sua medalha de ouro conquistada nos Jogos Paralímpicos de Paris 2024 (Foto: Ana Patrícia/CPB)

No dia mais vitorioso da história do Brasil nos Jogos Paralímpicos, o país conquistou 16 medalhas: seis de ouro, três de prata e sete de bronze. A delegação brasileira já bateu o recorde de pódios do país, que era de 72 – em Tóquio 2020 e no Rio 2016 –, chegando a 86 a um dia do fim do megaevento.

Além disso, o Brasil superou o número de medalhas de ouro conquistadas em uma única edição, com 23. O recorde anterior, 22, foi registrado em Tóquio 2020. A soma total de pódios do país em Jogos Paralímpicos agora é de 459, sendo 132 ouros, 157 pratas e 170 bronzes.

Atletismo

A corredora maranhense Rayane Soares, 27, se tornou campeã paralímpica neste sábado, 7, ao vencer os 400m da classe T13 (deficiências visuais) no atletismo. Além da medalha de ouro, Rayane quebrou o recorde mundial da prova, uma marca que durava desde 1995.

Rayane completou o percurso em 53s55, superando os 54s46 da norte-americana Marla Runyan, que durava desde 2 de janeiro de 1995, há quase 30 anos. A prata neste sábado, no Stade de France, ficou com Lamiya Valiyeva, do Azerbaijão, que completou a prova em 55s09, e o bronze ficou para a portuguesa Carolina Duarte, com o tempo de 55s52.

A acreana Jerusa Geber, 42, conquistou sua segunda medalha de ouro em Paris ao vencer os 200m T11, destinada a deficientes visuais, com o tempo de 24s51, igualando o recorde paralímpico da britânica Libby Clegg, que fez a mesma marca no Rio 2016. Essa é a sexta medalha de Jerusa em Jogos, sendo um ouro, duas pratas e dois bronzes. Em Paris 2024, ela também foi ouro nos 100m T11.

A prata ficou com a recordista mundial da prova, a chinesa Liu Cuiqing, que fez o tempo de 24s86, e o bronze com Lahja Ishitile, da Namídia, com o tempo de 25s04.

O Brasil teve um pódio duplo nos 200m da classe T37 (paralisados cerebrais). O fluminense Ricardo Mendonça ganhou a medalha de prata, e o paulista Christian Gabriel ficou com o bronze.

O sul-mato-grossense Paulo Henrique dos Reis conquistou a medalha de bronze no salto em distância T13 (deficiência visual). Com o seu melhor salto em 7,20m, a sua melhor marca na temporada, ele garantiu o terceiro lugar no pódio. Paulo Henrique é estreante em Jogos.

O paulista Thomaz Ruan conquistou a medalha de bronze nos 400m masculino T47 (deficiência nos membros superiores) com o tempo de 47s97, sua melhor marca na temporada. O ouro ficou com o marroquino Aymane El Haddaoui, com o tempo de 46s65, novo recorde mundial. A prata ficou com o também marroquino Ayoub Sadni, que fez 47s16. Foi a segunda participação de Thomaz em Jogos. Em Tóquio 2020, foi prata na mesma prova.

O paulista Eduardo Pereira, estreante em Jogos, ficou na sexta colocação na final do arremesso de peso F34 (paralisados cerebrais). Ele teve como melhor arremesso 11,03m. O vencedor da prova foi o colombiano Mauricio Valencia, com 11,71m.

A paraense Fernanda Yara e a potiguar Maria Clara Augusto chegaram na quarta e quinta colocações, respectivamente, na final da prova dos 200m T47 (amputadas de braço). Fernanda fez o tempo de 25s71, seu melhor índice na temporada, enquanto Maria Clara completou a prova em 25s71.

O gaúcho Wallison Fortes chegou na quinta colocação na final dos 200m T64 (amputados de membros inferiores com prótese). Estreante em Jogos, Wallison fez o tempo de 22s84. O vencedor da prova foi Sherman Guity, da Costa Rica, com 21s32.

O paulista Paulo Cezar Neto terminou na nona colocação na final do salto em distância T20 (deficiência intelectual). Estreante em Jogos, ele teve 6,60m como a melhor marca entre seus saltos.

O catarinense Edenílson Floriani terminou na quarta colocação na final do arremesso de peso F42/F63 (deficiência nos membros inferiores). Ele teve 14,57m como o melhor arremesso. O vencedor da prova foi Faisal Sorour, do Kwait, com 15,31m. Essa é a segunda participação de Edenilson em Jogos. A primeira foi em Tóquio 2020.

Canoagem

Foram duas medalhas neste sábado. O piauiense Luís Carlos Cardoso ganhou a prata nos 200m da classe KL1 (usa somente os braços na remada). Foi sua segunda medalha paralímpica, repetindo a prata de Tóquio 2020. Ele completou a prova em 46s42. O ouro foi para o húngaro Peter Kiss, que marcou 44s55, recorde paralímpico, e o bronze foi para o francês Remy Boulle, com 47s01.

O paranaense Miqueias Rodrigues conquistou a medalha de bronze nos 200m da classe KL3 (usa braços, tronco e pernas na remada). Ele completou a prova com o tempo de 40s75.

O ouro ficou com o argelino Brahim Guendouz, com o tempo de 39s91, e a prata com o australiano Dylan Littlehales, que marcou 40s68. É a primeira medalha paralímpica de Miqueias, estreante em Jogos.

Halterofilismo

A paulista Mariana D’Andrea, 26, conquistou neste sábado, 7, a medalha de ouro no halterofilismo, na categoria até 73kg. Assim, a atleta brasileira garantiu o bicampeonato paralímpico – ela já havia vencido em Tóquio 2020.

A medalha de Mariana foi a de número 450 do Brasil na história dos Jogos Paralímpicos. O país atingiu os 400 pódios em Paris 2024, com o bronze no lançamento de disco da classe F52 (atletas que competem sentados) do paulista André Rocha, no dia 1º de setembro, no atletismo.

Para vencer a prova, Mariana levantou 148kg, o novo recorde paralímpico. Ela superou Ruza Kuzieva, do Uzbequistão, que levantou 147kg e ficou com a medalha de prata, e a turca Sibel Cam, que levantou 120kg e ganhou com o bronze.

Judô

Em sua terceira participação em Jogos Paralímpicos, o potiguar Arthur Silva, 32, conquistou sua primeira medalha paralímpica, e logo no lugar mais alto do pódio. O brasileiro venceu na final da categoria até 90kg da classe J1 (cegos totais ou com percepção de luz) o britânico Daniel Powell, por ippon. Arthur Silva bateu nas quartas de final Turgun Abidiev, do Uzbequistão, por ippon, e na semifinal venceu o turco Yasin Cimciler, também por ippon. No Rio 2016, ele havia terminado na 7ª colocação, e em Tóquio 2020, na quinta posição.

O paraibano Wilians Araújo, 32, conquistou sua primeira medalha de ouro em Jogos Paralímpicos, na arena do Campo de Marte, em Paris. Prata no Rio 2016, o judoca derrotou na final da categoria acima de 90kg, da classe J1 (cegos totais ou com percepção de luz), o moldavo Ion Basoc, por ippon.

Wilians bateu nas quartas de final Yerlan Utepov, do Cazaquistão, por ippon. Já na semifinal, o brasileiro derrotou Ganbat Dashtseren, da Mongólia, também por ippon.

A paulista Rebeca Silva, 23, conquistou a medalha de ouro da categoria acima de 70kg para atletas J2 (baixa visão). Ela derrotou a cubana Sheyla Estupiñán na final.

O gaúcho Marcelo Casanova garantiu mais uma medalha para o judô brasileiro ao derrotar, com um wazari, o italiano Simone Cannizzaro na disputa do bronze da categoria até 90kg para atletas J2 (baixa visão). Marcelo é estreante em Jogos Paralímpicos. Tem deficiência visual em decorrência do albinismo. Começou na modalidade aos nove anos por insistência do pai, que já praticava o esporte.

A sul-mato-grossense Erika Zoaga conquistou a prata na final da categoria acima 70kg da classe J1 (cegos totais ou com percepção de luz). Ela perdeu para a ucraniana Anastasiia Harnyk por ippon.

Natação

A carioca Lídia Cruz conquistou a medalha de bronze nos 50m costas S4, destinada a atletas com limitações físico-motoras, com o tempo de 52s00. Esta é a terceira medalha da nadadora em Jogos Paralímpicos, todas conquistadas em Paris. O ouro ficou com a grega Alexandra Stamatopulou, que fez 50s12, e a prata com a alemã Gina Boettcher, que fez 51s40.

Lídia tem mielomeningocele, má-formação na coluna, que afeta os membros inferiores. Na adolescência, ela teve uma lesão encefálica que afetou os movimentos dos membros superiores. A natação paralímpica entrou na vida da jovem durante o processo de reabilitação.

No último dia da modalidade, o Brasil teve nas piscinas a paranaense Vitória Caroline terminando em 8º lugar nos 100m borboleta S8 (atletas com limitações físico-motoras), o carioca Douglas Matera em 6º lugar nos 100m borboleta S12 (atletas com deficiência visual), a paulistana Esthefany Rodrigues em 7º lugar nos 200m medley SM5 (atletas com limitações físico-motoras) e o revezamento do Brasil foi 4º lugar no 4x100m livre 34 pontos, com o tempo de 4min06s44.

Futebol de cegos

O Brasil conquistou a medalha de bronze, ao vencer a Colômbia por 1 a 0 na disputa pelo terceiro lugar. O único gol da partida foi marcado por Jefinho, aos 10 minutos da segunda etapa.

Vôlei Sentado

A seleção brasileira feminina de vôlei sentado perdeu por 3 sets a 0 a disputa pelo bronze para o Canadá. As parciais foram de 15/25, 18/25 e 18/25 na Arena Paris Norte.

CPM

 

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