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Guarda Maria da Penha acompanha 64 mulheres com medida protetiva

Neste mês, o grupo especializado da Guarda Civil Municipal (GCM) vai intensificar o combate à violência contra a mulher.
A Guarda Maria da Penha (Foto: Ascom/GCM)

A Guarda Maria da Penha (GMP), grupo especializado da Guarda Civil Municipal de Teresina, atualmente faz o acompanhamento de 64 mulheres vítimas de violência que estão amparadas por medida protetiva. A informação é da gerente da GMP, Willyara Silva.

Diariamente, a GMP mantém um cronograma semanal de visitas às assistidas pelo programa. A visita pode ocorrer mais de uma vez por semana quando a mulher está em uma situação de vulnerabilidade maior, sofrendo ameaças ou suspeita de quebra da medida pelo agressor.

“Trabalhamos 24 horas por dia e esse é um dos nossos grandes diferenciais, porque podemos ir na casa de quem precisa pela manhã, tarde ou noite. Todas as informações repassamos para o Centro de Referência Esperança Garcia (CREG) para que essas mulheres possam ser encaminhadas para uma assistência jurídica, social, terapêutica ou outra que tiver necessidade”, disse a gerente.

Durante este mês, intensifica o combate à violência durante o mês dedicado às mulheres. Serão realizadas ações para fortalecimento da autonomia, empoderamento e proteção da mulher, bem como para o envolvimento da sociedade no sentido de interromper o ciclo de agressão. O mês também será marcado por entrega de uma viatura nova para reforçar a atuação na capital.

“Estaremos em empresas, escolas e espaços públicos como os parques da nossa capital. A ideia é mostrar a importância e o valor da mulher na sociedade, levar conhecimento sobre a Lei Maria da Penha e os direitos das mulheres”, destaca Willyara Silva.

Segundo ele, o momento é oportuno para sensibilizar mulheres vítimas e a sociedade em geral para não se calarem diante de casos de violência. “Vamos buscar sensibilizar mulheres que sofrem ou que conhecem alguma mulher que passa por violência doméstica. Não aceitem mais esse tipo de situação. Busquem ajuda, denunciem! Podemos interromper esse ciclo e evitar que algo mais grave aconteça”, alerta a gerente.

 

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