POLÍTICA

Florentino Neto quer CNH mais barata para condutores de moto

A iniciativa tem o objetivo de reduzir os custos para Carteira Nacional de Habilitação para pessoas com menor poder aquisitivo.
Deputado Florentino Neto com o ministro Wellington Dias (Foto: Divulgação)

Em atendimento a um pleito da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FNAPRF), entidade representante da Polícia Rodoviária Federal, o deputado federal Florentino Neto (PT/PI) se reuniu na tarde de sexta-feira (2), com o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, para reivindicar a implantação da Carteira Nacional de Habilitação Social para condutores de moto de baixa renda. A iniciativa tem o objetivo de reduzir os custos para habilitação para as pessoas com menor poder aquisitivo.

A implantação da Carteira Nacional de Habilitação Social, via PRF, beneficiará a população mais necessitada, pois trará aos condutores comprovadamente de baixa renda acesso à habilitação na categoria A (motos de até 160 cilindradas) que atualmente permanecem na clandestinidade, e que por não terem a capacitação para condução do veículo tornam a atividade mais perigosa, muitas vezes provocando os mais graves acidentes.

O parlamentar destaca a importância da carteira social, pois de acordo com ele, a maioria dessas pessoas são simples e optam comprar a moto para trabalhar e consequentemente ficam sem dinheiro para tirar a habilitação.

“É importante que, junto ao Ministério, possamos melhorar as condições de vida das pessoas mais humildes que precisam trabalhar com dignidade e de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro”, afirmou.

As aulas teóricas serão ministradas em plataforma digital pelos próprios técnicos da Polícia Rodoviária Federal, e as empresas do ramo de habilitação fariam a parte prática atingindo um público que não pode custear esses serviços.

“A implantação da habilitação social é de extrema importância para capacitar o condutor clandestino reduzindo e evitando acidentes graves de alta demanda e custos sociais e financeiros à Rede Pública Hospitalar, além de ajudar na capacitação desse condutor”, destaca Claudio Pizzarollo, inspetor da Polícia Rodoviária Federal que também esteve presente na reunião.

 

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