Fogo destrói almoxarifado de hospital de Campo Maior

Pacientes foram retirados das proximidades do local, segundo a Sesapi. Fogo foi controlado pelo Corpo de Bombeiros. Não há feridos.
Fogo destruiu o almoxarifado do hospital (Foto: Divulgação/PM)

Um incêndio destruiu na manhã desta quarta-feira (29) o almoxarifado do Hospital Regional de Campo Maior (HRCM). Os pacientes foram retirados das áreas próximas ao local do fogo. Segundo nota da Secretaria Estadual da Saúde (Sesapi), “ninguém ficou ferido”.

Segundo as informações, o incêndio foi controlado por equipes do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil do município, com ajuda da Polícia Militar. O fogo foi provocado um curto circuito.

“O Corpo de Bombeiros finalizou vistoria no local e liberou o atendimento normal de pacientes na unidade”, informou a Sesapi.

De acordo com nota da pasta, “a diretoria da unidade informou que o fogo causou perda total dos insumos presentes no prédio do almoxarifado e que, por motivo de segurança, todos os pacientes e colaboradores foram evacuados das áreas próximas ao almoxarifado”.

Veja a nota da íntegra:

A Secretaria de Estado da Saúde(Sesapi) informa que o incêndio que atingiu o prédio anexo do Hospital Regional de Campo Maior (HRCM), onde fica localizado o almoxarifado da unidade, na manhã desta quarta-feira (29/12), já foi controlado.

As equipes do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil que foram acionadas para controlar as chamas agora trabalham para identificar a causa. Ninguém ficou ferido em decorrência do incêndio.

A diretoria da unidade informou que o fogo causou perda total dos insumos presentes no prédio do almoxarifado e que, por motivo de segurança, todos os pacientes e colaboradores foram evacuados das áreas próximas ao almoxarifado. Os casos que chegarem até a unidade estão sendo encaminhados para o centro de referência do município até que a situação seja normalizada.

Em relação as perdas material e de insumos a Secretaria de Estado da Saúde- SESAPI, já está tomando as medidas necessárias para reposição, sem prejuízos ao tratamento dos pacientes e usuários internados.

 

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