Teresina cria 5.234 empregos nos primeiros cinco meses de 2021

Setor de comércio teve o maior crescimento, com oferta de 1.979 novas vagas, de acordo com os números do Caged.

Teresina registrou um saldo positivo de aumento do nível de emprego e renda nos cinco primeiros meses de 2021. Os indicadores são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgados mensalmente, que tem por base as contratações de empregos formais.

Em um comparativo realizado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Semdec), entre os meses de janeiro a maio de 2020 com janeiro a maio/2021, aponta para uma retomada do nível de atividade superior ao nível pré-pandemia, nos cinco primeiros meses de 2020, onde foi registrada a perda de 9.047 postos de trabalho. Em 2021, no mesmo período, foram criados 5.234 novos empregos de carteira assinada.

“O ritmo de criação de emprego no mês de março foi um pouco menor em relação aos meses anteriores, por decorrência do aumento do número de casos da covid-19, o distanciamento social a prudência fizeram com que houvesse uma retração na geração de empregos, mas percebemos uma recuperação nesses números no mês de abril e mais expressiva ainda no mês de maio”, destaca o economista e gerente de planejamentos e projetos da Semdec, Fábio Camelo.

O setor do comércio liderou no quesito criação de novos postos de trabalhos, com 1.979 pessoas empregadas na cidade de Teresina no acumulado de janeiro a maio de 2021, seguido da construção civil, com 1.013 pessoas, e em terceira posição o setor de serviços, com 1.005 postos criados. Estes valores demonstram o saldo acumulado, que representa a relação entre admitidos e desligados por setor.

Para o segundo semestre deste ano, com o avanço da vacinação, diante do ambiente favorável espera-se crescimento mais sustentado da atividade econômica.

“No geral, a economia local tem se mostrado resiliente, influenciada por medidas de cunho nacional como a volta do auxílio emergencial, de cunho local por meio da atração de investimentos e políticas de fomento”, finaliza o economista.

Com informações da Ascom

 

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