Fórum debate sobre ICMS e calendário de vacinação

Governador do Piauí ressalta necessidade da definição de calendário com mais vacinas para ampliar total de pessoas imunizadas contra covid-19.

No Fórum dos Governadores do Nordeste realizado, nessa terça-feira (22), de forma virtual, os gestores debateram diversos temas, entre eles, as estratégias para a continuação da vacinação contra a covid-19, ICMS e reforma tributária.

O governador Wellington Dias destacou a necessidade de ampliação da imunização dos brasileiros. “Nos alegra a chegada das vacinas da Janssen, apesar de ser só 1,5 milhão neste primeiro lote, porque é o sinal de uma outra opção que abre um caminho novo para o Brasil. Destaco também a ampliação de entregas pela Pfizer. Serão 15 milhões de doses para julho. O que queremos é garantir que a gente tenha, agora, a agilidade no entendimento entre os Estados, Anvisa e o Fundo Soberano Russo, para a chegada da Sputnik”, comentou.

Segundo o governador, quanto mais vacinas estiverem disponíveis, mais rápido o país sairá da crise sanitária. “Isso vai tirar o Brasil de uma situação delicada, que é o alto risco da pandemia, uma classificação mundial que coloca um risco muito grande para a relação entre os países”, destacou.

Segundo o governador do Piauí, é preciso ter um calendário bem definido com todas as vacinas que estarão disponíveis e a meta é ter um cronograma onde até outubro mais de 60% da população de até 18 anos esteja vacinada.

O governador do Pernambuco, Paulo Câmara, disse que os governadores nordestinos defendem aprofundar a definição do calendário de vacinas, a fim de imunizar a população brasileira com mais planejamento, previsibilidade e agilidade.

ICMS

Na oportunidade, Wellington Dias também falou sobre a necessidade de se discutir sobre o ICMS, imposto que, atualmente, é objeto de projeto no Legislativo e de ação no STF. Segundo gestor piauiense, esse é um tema que os governadores do Nordeste querem tratar.

“Queremos uma reforma tributária mais abrangente. Não é razoável sair fazendo um picotado, quando temos uma chance de fazer uma reforma que simplifica, que tem chance de substituição tributária, desonera folha, o consumo e garante uma política em um momento que o país mais precisa”, defendeu.

 

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