Teresina tem queda de 47% nas internações por síndrome respiratória

O dado está na análise da 17ª semana epidemiológica, no período de 25 de abril a 1º de maio.

Dados do Comitê de Enfrentamento a Covid-19 (COE) apontam a redução de 47% nas internações por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em Teresina. O dado está na análise da 17ª semana epidemiológica, no período de 25 de abril a 1º de maio, em relação à 13ª semana, de 4 a 10 de abril, considerada como o pior momento da pandemia neste ano.

Em relação à semana anterior, a queda foi de 9% e já reflete na redução das filas por internação em enfermarias e Unidades de Terapia Intensiva. A queda nos atendimentos por síndromes gripais foi de 2,5% em relação à última semana e de 14% em relação ao período de 4 a 10 de abril.

Os dados em relação ao número de testes RT-PCR realizados caíram em 38% em relação à semana anterior e a positividades dos testes reduziu de 32% para 28%, graças à triagem realizada pelo teste rápido de antígeno em swab nasal que está sendo feita previamente pelas Unidades de Saúde.

O integrante do COE, infectologista Walfrido Salmito, explica que pela análise do COE, os dados apontam o início do declínio da segunda onda da covid em Teresina. “A redução dos óbitos está em torno de 33% entre as duas últimas semanas e o número básico de reprodução da covid ficou abaixo de 1 nesta 17ª semana epidemiológica”, diz. Ele informa que permanecerá o monitoramento continuo como ferramenta essencial para as tomadas de decisão em saúde pública.

Para o presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Gilberto Albuquerque, apesar dos dados, é necessário manter atenção as novas cepas, linhagens e variantes do SARS-COV-2. “Todas as pessoas devem manter as medidas para evitar o contágio, como a higiene das mãos, o distanciamento e até as que foram vacinadas com as duas doses devem seguir essas recomendações”, diz.

 

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