“O isolamento social se faz extremamente necessário nesse momento. Tivemos uma redução na ocupação de leitos clínicos, mas não no aumento da procura de leitos de UTI”, disse Wellington Dias. E não há profissionais para abrir novos leitos.

Segundo o coordenador do COE, o médico José Noronha, um Estado que está com o sistema de saúde colapsado não pode abrir mão de medidas de contenção.

“Os dados colhidos pela Secretaria de Saúde, Fiocruz e Universidade Federal (do Piauí) mostram que a média móvel de novos casos aumentou 35%, que há aumento da procura por leitos de UTI, a fila de espera para leitos de UTI tem uma tendência a aumentar”, afirmou.