Novos projetos da Embrapa focam na apicultura irrigação no semiárido

A execução do projeto pode começar em julho deste ano, a princípio no Piauí, com duração de 36 meses.
Irrigação pelo método de gotejamento (Foto: Divulgação/Marcelino Ribeiro)

A Embrapa Meio-Norte entra em 2021 aprovando três projetos de pesquisa focados na apicultura e na irrigação de fruteiras no semiárido brasileiro. O orçamento é de R$ 842 mil. O aporte do dinheiro será feito pelo Tesouro Nacional. Liderado pela pesquisadora Patrícia Maria Drumond, o primeiro projeto mira a redução de danos que são causados pelas abelhas Arapuás na cultura do bacuri, sem destruir os ninhos desses insetos. A execução do projeto pode começar em julho deste ano, a princípio no Piauí, e deve durar 36 meses.

O segundo projeto vai trabalhar a produção de abelhas rainhas Apis Mellifera – também conhecidas como abelhas-de-mel – no semiárido. O caminho a ser seguido é o mesmo: a execução das ações deve começar a partir de julho de 2021, também no Piauí, com duração três anos. O objetivo maior do trabalho, segundo a líder do projeto, pesquisadora Fábia Pereira, é “diversificar a produção e usar material genético da região para o melhoramento das colônias”.

O uso e gestão eficientes da água de irrigação nas fruteiras no semiárido é o foco do terceiro projeto, que seguirá o mesmo rito dos dois primeiros citados acima, em tempo de execução e espaço geográfico. Liderado pelo pesquisador Valdemício Ferreira de Sousa, o estudo vai buscar a elevação da produtividades com “eficiência no uso da água em sistemas de produção por gotejamento”.

Esses projetos foram aprovados na “chamada três” do Sistema Embrapa de Gestão. O comitê analisou 207 propostas de todas as Unidades da Embrapa nas “chamadas um e três”. Destas, foram aprovadas 69  (33,3%).

 

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