Aulas na rede municipal de Teresina vão reiniciar com 30% da turma

A Prefeitura da capital ainda não tem data para a retomada das atividades presenciais, que estão suspensas desde março.
EDNALDO CÍCERO FREITAS
jornalista
redacao@edcicero.com.br

As aulas presenciais nas escolas da Prefeitura de Teresina ainda não têm data para recomeçar, mas alguns detalhes já foram definidos. Cada turma terá apenas 30% da sua capacidade, com um rodízio de alunos. O objetivo é evitar aglomerações para combater o novo coronavírus.

A Secretaria Municipal da Educação (Semec) está reduzindo o número de carteiras nas salas para manter um distanciamento de dois metros entre os estudantes. Além disso, trabalhos em grupo, atividades em quadras esportivas, playground e aulas passeio estão proibidos.

Alunos, professores e servidores deverão usar máscaras. As unidades de ensino passarão por sanitizações frequentes e serão equipadas com álcool 70%, lavatórios de mãos na entrada e termômetros para medição da temperatura.

Carteiras estão sendo redistribuídas nas salas de aula, para manter o distanciamento entre os alunos (Foto: Divulgação)

A condição de saúde da comunidade escolar será acompanhada através de um aplicativo de celular. Antes da volta às aulas, todos farão exame para detectar a Covid-19. O município está adquirindo 100 mil testes com essa finalidade.

A secretária municipal de Educação, Kátia Dantas, disse que os estudantes do Ensino Fundamental devem ser os primeiros a retornar. “Voltaremos apenas no momento certo, quando for prudente para garantir mais proteção aos nossos alunos”.

Segundo ela, “a ideia é voltar aos poucos, mantendo também as aulas não presenciais”.

O planejamento para a retomada das atividades escolares foi elaborado por um comitê com representantes de todos os setores da Secretaria Municipal de Educação, além do Conselho Municipal de Educação e da Fundação Municipal de Saúde.

As aulas estão suspensas no país desde março de 2020, por causa da pandemia. O isolamento social é considerado uma medida eficaz para evitar o contágio pelo vírus, que apareceu na China em 2019 e se espalhou pelo mundo, deixando um rasto de mortes.

Com informações da Semec

 

Deixe uma resposta